Bom, que o ser humano é soberano em ciência e que domina o planeta, não resta dúvida, mesmo assim não deixamos de ter atitudes de animais irracionais. Aliás, os animais mesmo não poluem a natureza, não foco. Estamos chegando a mais uma festa de carnaval e vamos pensara espetáculos de alegria pode vir a tornar-se um ser comum.
Que delícia é o carnaval, ainda chego ao Rio de Janeiro e na Bahia também. Quantos turistas estrangeiros rodam pelas cidades pólos, chegam de todas as partes alucinados pelo bummm farto que nesta terra da juntamente com eles própria nação tupiniquim reforça a idéia de “liberdade”, de lei áurea da sexualidade, é como quebrar os grilhões da clausura – como se no dia-a-dia nada acontecesse.
O governo faz campanha forte do uso da camisinha pra rolar a festança com segurança, é nessa mobilização é que achamos o lado animal desprovido de raciocínio. Se o homem não faz sexo por prazer, faz por amor e não tem dia nem hora, tudo certo? Então, onde está o lado ilógico?
Se o carnaval é a manifestação da alegria coletiva, da folia, pode ser também a expressão do cio da humanidade.
Não se trata de puritanismo. Se todo dia é dia de fazer amor, é preciso encarar qualquer coisa em nome do carnaval? Quantos com certo receio acham que deixara pra trás meninas enluaradas, e um até brincam. E a AIDS pior ainda, como prolifera em nome da festa pagã que não tem nada a ver com isso. Festividade e gozo não combinam com doença criança indesejada.
Não podemos esquecer que no decorrer do ano todos os dias há pessoas que se contaminam com as DST, adolescentes engravidam, os adventícios vêm para nosso nordeste atrás do turismo sexual. É preciso formação, informação, preservação do ser humano, o carnaval não pode completar esse ciclo.
Por que não pular, dançar, ir pra farra, paquerar... Vamos curtir sem necessariamente matar o que há de mais belo e sofrível, os sentimentos.
Considerar sermos seres diferentes a amados por Deus, não é preciso comportar como outros simples mortais.
Bruno Emilio/estudade do 5ºperiodo de Serviço Social
texto de 2004
Nenhum comentário:
Postar um comentário